Ó verga, ó doce e grande vergadaí-me lábios, daí-me lábios
que se abram p`a qu`eu foda
Pousai meus tomates, pousai meus tomates
sobre seus olhos
Chupai-me a glande, chupai-me a glande
como o cachimbo da paz
Comerei a tua febra, comerei a tua febra
Com todos os molhos
Esporrai-vos sempre, esporrai-vos sempre
Nos benzedouros e tudo...
(Benjamin Péret, 1959)

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